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Fotos: Djalma Corrêa Pacheco e Jean Monteiro
A Secretaria Municipal de Obras e Serviços Urbanos (SMOSU) segue com equipes atuando na área onde 14 famílias esteienses, que atualmente recebem aluguel social, serão reassentadas. Nesta quarta-feira (27), a Rua das Flores, onde serão instaladas as casas-contêiner, atrás do Residencial Pôr-do-Sol, começou a ser asfaltada. Serão utilizadas cerca de 52 toneladas de asfalto no local. O prefeito Leonardo Pascoal e o vice-prefeito Jaime da Rosa foram até o local acompanhar e vistoriar o andamento do trabalho da equipe da pasta de obras.

Cada família terá um lote de 110 m², onde serão instaladas casas-contêiner, semelhantes à do projeto-piloto implantado pela Prefeitura em maio do ano passado. O investimento para a aquisição das casas-contêiner é de R$ 424,2 mil. Cada conjunto que será usado como moradia é formado por dois contêineres modulares galvanizados, que serão acoplados lateralmente, formando um ambiente de 27,6m² (4,6m x 6m), com pé-direito de 2,5m. Dotados de unidade sanitária, as unidades vêm prontas para as instalações elétricas e hidráulicas. As paredes são isotérmicas, ou seja, isolam a residência de excessos de calor ou de frio.

Os serviços de água e esgoto são de responsabilidade da Corsan. A instalação elétrica fica a cargo da RGE Sul. Após as ações de infraestrutura, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SMDUH) providenciará a instalação das moradias e assistência às famílias que serão reassentadas. Conforme o cronograma da SMDUH, o início das instalações dos módulos está previsto para a próxima quarta-feira (6).

Os moradores que vão se mudar para o local vivem em aluguel social, concedido pela Prefeitura, desde que tiveram que sair de suas antigas casas, onde viviam em situação de vulnerabilidade, em áreas de risco ou em condições precárias. A mudança representará melhor qualidade de vida para essas famílias.

O custo estimado de cada conjunto da casa-contêiner é de R$ 30,3 mil. Em comparação, o kit de madeira antigamente utilizado pela Prefeitura para reassentamento de famílias que viviam em áreas de risco custa R$ 25 mil, mas tem um espaço menor (21 m²), ou seja, tem um custo por metro quadrado mais elevado e, além disso, demanda mais recursos para conservação e manutenção. Já os investimentos em aluguel social giram em torno aos R$ 11 mil por mês para a Prefeitura. Outros benefícios da moradia-contêiner são a sustentabilidade, pelo fato de ser uma obra limpa, com redução de entulho e de uso de recursos naturais como areia, madeira e água, e a praticidade, pela flexibilidade e agilidade na montagem.


Texto: Jean Monteiro

 

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