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Foto: Adriano Rosa da Rocha
Os números de 2017 do Índice de Governança Municipal (IGM), elaborado pelo Conselho Federal de Administração (CFA), colocaram Esteio como o 49º melhor Município do país e o 10º do Rio Grande do Sul em gestão pública. No levantamento feito em 2016, a cidade aparecia na posição 163 no ranking nacional e 35 no estadual.

 

O IGM é calculado tendo como base três dimensões: finanças, gestão e desempenho. Ele leva em consideração áreas como saúde, educação, planejamento urbano, articulação institucional, gestão fiscal, habitação, recursos humanos, violência e outras. Os dados são extraídos de bases públicas como a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o IBGE, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Datasus.

 

O índice vai de 0 a 1, sendo o melhor resultado aquele mais próximo de 1. Esteio obteve, em 2017, um índice de 0,668, contra 0,636 do ano anterior. A nota obtida pela cidade ficou acima da média nacional e gaúcha em governança pública, ambas em 0,52.

 

Em 2017, ano levado em consideração para a elaboração do último IGM divulgado, a Prefeitura colocou, como prioridade, melhorias nos serviços de atendimento de saúde à população. A partir do programa Esteio por Mais Saúde, uma série de medidas foram tomadas para qualificar a rede. Com a contratação de uma empresa para prestar serviços nas áreas médicas de pediatria, ginecologia/obstetrícia, clínica/família, psiquiatria e cardiologia, o ano terminou com 90.511 atendimentos realizados, cerca de 11% a mais que 2016 (82,2 mil consultas).

 

A criminalidade também registrou queda em 2017, consequência do reforço de parcerias e ações conjuntas entre Guarda Municipal, Brigada Militar e Polícia Civil. O número de ocorrências foi 12,85% menor em relação a 2016, com destaque para reduções em 2017 no roubo a pedestres (24%), furto de veículos (19%), furtos (19%), furtos “mão grande” (quando o criminoso arranca o objeto da vítima com certa força e violência, queda de 38%) e furtos qualificados (23%).

 

O ano também ficou marcado pelo corte de gastos nos órgãos municipais (materiais de consumo, locação de bens móveis e imóveis, água, energia e telecomunicações, diárias e horas extras, entre outros), que representaram uma economia de R$ 2,1 milhões, graças ao Programa de Redução de Custos da Administração Direta. Soma-se a esses valores cerca de R$ 2,5 milhões economizados com a redução de 30% do número de cargos em comissão (CCs) e o corte de suas vantagens (triênios e quinquênios).